sábado, 25 de fevereiro de 2012

O ENCONTRO COM JESUS NA COMUNIDADE CRISTÃ

 A comunidade cristã é  o lugar de todo o batizado, é onde se vive à essência da fé, pois aí está o Cristo Ressuscitado. A fé é uma adesão pessoal à pessoa de Jesus Cristo e seu Evangelho. Quem se faz discípulo de Jesus vive em comunidade.  
          É a Santíssima Trindade que chama à comunhão, e   convida cada pessoa para vida em comunidade. Pois o cristão só se realiza plenamente à medida que faz experiência concreta de vida de comunidade, porque  é o ambiente onde se  conhece a disponibilidade , a alteridade e a gratuidade nos relacionamentos, a exemplo do Mestre.      
            Ali as pessoas sentem que os outros são um dom de Deus para si e procuram ser dom para os outros, inspirados pela comunhão da Trindade Santa. Não são família segundo os laços do sangue, mas procuram construir a família de Deus.
             Uma comunidade  dinamizada pelo amor fraterno   é o espaço privilegiado para a vivência e convivência na fé, para  depois ser sinal da presença de Deus no mundo. É isto que significa ser corpo de Cristo, isto é, mediação de encontro das pessoas com Cristo Ressuscitado.        
           Assim sendo é na comunidade cristã  que estão os instrumentos de transformação das pessoas, famílias e da sociedade.          
          O Documento de Aparecida 310, diz que é através das pequenas comunidades que se pode chegar até os afastados, aos indiferentes e aos que alimentam algum descontentamento ou ressentimento em relação  à Igreja.
         Em tempos de incerteza, individualismo e solidão, a presença de uma comunidade próxima à vida, às alegrias e às dores, é um serviço... a um mundo que necessita vencer a cultura de morte. Comunidades são escolas de diálogo, são pontos de partida para o anúncio, e geram comunhão e missão.(DGAE 2011-15,64)
         Por isso  é preciso valorizar a pequena comunidade (capela), os grupos de familias, visto que estes estão mais próximos da vida do povo, estão inseridos na realidade social e por isso dão condições para que  mais pessoas  encontrem a Jesus Cristo e sejam transformadas por  Ele.
              Consciente de sua missão, a pequena comunidade se faz  agente de caridade,  busca o bem comum, pois consegue ver no pobre o rosto de Cristo sofredor.
          Diante dessa realidade secularista que vivemos, hoje, é o próprio  Jesus quem convoca  a viver e caminhar juntos. (DGAE 2011-15)
         Porém é preciso saber cativar para a vida fraterna na comunidade cristã, saber acolher com alegria os que chegam e oportunizar  o crescimento e amadurecimento na fé para que despertem para a Vocação e assumam a Missão.
         Logo, Comunidade implica necessariamente em convívio, vínculos profundos, afetividade, interesses comuns, estabilidade e solidariedade nos sonhos, nas alegrias e nas dores”.  ...“Não há como ser verdadeiro discipulo missionário sem o vinculo efetivo e afetivo com a comunidade dos que descobriram fascinio pelo mesmo Senhor.”( DGAE 2011-15)
         Jesus está presente em  uma comunidade viva na fé e no amor fraterno. Ai Ele realiza sua Palavra: “Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, aí eu estou no meio deles.” Mt 18,20.

                                                                                              Maria Ronety Canibal
                                                                                                       Agosto de 2011

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

A CAMPANHA DA FRATERNIDADE


A Igreja Católica desde o inicio sempre ajudou os pobres. As primeiras comunidades cristãs tinham por principio a comunhão de vida  e todos  colocavam os seus bens a disposição da comunidade, de forma que entre eles não havia necessitados.(At 2, 42-47)

A Campanha da Fraternidade nasceu da necessidade financeira da CARITAS para realizar projetos de ajuda as famílias da região nordeste do Brasil que viviam na penúria.

Lembrando a história, em 1961 três padres responsáveis pela CARITAS BRASILEIRA|, que havia sido fundada em 1956, planejaram uma campanha para arrecadar fundos que tornasse a instituição independente financeiramente. Foi denominada CAMPANHA DA FRATERNIDADE, que aconteceria no período da quaresma, com objetivo de evangelizar e mobilizar a sociedade para a solidariedade. Aconteceu pela primeira vez  em 1962, em Natal, Rio Grande do Norte.

A Campanha foi logo abraçada por outras dioceses e se estendeu ao plano nacional, já em 1964. Desde então a    CF
tem sido desenvolvida para ajudar as pessoas viverem a fraternidade, através de gestos concretos num processo de transformação da sociedade.

Ela tornou-se um instrumento   de preparação para a Páscoa, ampliando o espírito cristão  para a conversão. Nesse período litúrgico da quaresma é oportuno que se faça uma revisão espiritual, voltando-se cada um para o seu intimo para rever valores e formas de pensar e agir, o que muito contribui para uma mudança de vida, sobretudo, para vislumbrar a necessidade do irmão.

A CF a cada ano promove a reflexão sobre graves situações sociais de injustiça e exclusão que geram fome e miséria e fere a dignidade humana. Assim despertando a consciência e a responsabilidade do povo para a promoção humana e a construção de uma nova sociedade mais justa, fraterna e solidária.

A CF vem atualizar o Evangelho de Jesus Cristo através do gesto agradável ao Senhor, que é repartir o pão com quem tem fome, da de vestir ao maltrapilho e libertar os oprimidos.

Esse ano a Campanha da Fraternidade refletirá a Saúde Publica: "Fraternidade e saúde pública", e como lema "Que a saúde se difunda sobre a terra!" (Eclo, 38, 8).

O objetivo geral é "Promover ampla discussão sobre a realidade da saúde no Brasil e das políticas públicas da área, para contribuir na qualificação, no fortalecimento e na consolidação do SUS, em vista da melhoria da qualidade dos serviços, do acesso e da vida da população". (CNBB)
Quer envolver toda a sociedade, para que se mobilize, em colaboração com o Estado, para possibilitar um atendimento digno e saúde para todos, especialmente àqueles que não têm acesso à assistência de Saúde Pública com suas necessidades e dignidade.

                                       Maria Ronety Canibal






terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

ESPIRITUALIDADE DO CATEQUISTA

Viver a fé em meio ao turbilhão do mundo atual é um desafio. Encaminhar pessoas para o seguimento de Jesus é uma tarefa que requer profunda espiritualidade. Por isso o(a) catequista deve ter uma bagagem de conhecimento e  experiência de Jesus Cristo.

A espiritualidade é uma das dimensões do ser humano, desenvolvê-la é crescer como pessoa. Pois é um estilo de vida animado pelo Espírito Santo. É o relacionamento pessoal  com Jesus Cristo.

Cultivar a espiritualidade  é ter relação, é deixar-se envolver por este mistério, não é apenas saber, mas acolher o Espírito de Deus, é ouvir, ver,  ser conduzido, enfim é deixar-se levar pela vontade de Deus.

 O que é fundamental na espiritualidade com Deus, é carregar dentro de si uma experiência, é ir ampliando, ir progredindo para um modo de ser, para um projeto de vida. Esta experiência sempre parte de Deus,  e pede  escuta e resposta.

Muitas vezes se pensa que espiritualidade é apenas oração, mas é muito mais, é um modo se ser e viver. Por isso é fundamental que o (a )catequista busque o exemplo em Maria, que era cheia de Deus, acolheu a sua vontade e como resposta, entregou sua vida para a realização do Reino.

A  Igreja Católica é repleta de bons exemplos. Conhecer a vida dos santos e santas que foram pessoas que souberam colocar Deus como soberano em suas vidas, é  uma significativa ajuda no caminho da espiritualidade.

O contexto atual  auxília a fazer a experiência de Deus. É preciso estar atento aos lugares que Jesus disse que estaria presente. Saber que missão é colocar a vida a serviço de Deus, é o  modo de ser e estar todo envolvido no projeto de Jesus, é comunicar um Deus solidário e bondoso, em um mundo em conflito. O Deus da cruz é o Deus da solidariedade, que se entrega e que intervem na historia da humanidade.

O cultivo da espiritualidade passa pelo encontro com Jesus, pela experiência pessoal com Deus, que transforma e fortalece a caminhada, e  leva a busca da santidade através da participação comunitária, mais consciente,  com gratuidade e solidariedade.

Ser catequista é um ato de fé e amor.
                                   Maria Ronety Canibal

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ECONOMIA SOLIDÁRIA

                      Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, comprar, vender e trocar o que é preciso para viver. Um modo de comercializar os produtos sem explorar o outro, sem querer levar vantagem, e principalmente sem objetivo de lucro.

                      A economia solidária tem como finalidade a cooperação entre grupos ou pessoas, fortalecendo as relações e, sobretudo cada um pensando no bem de todos e no bem de cada um.

                     A produção de alimentos ou outros produtos é sempre sem agressão ao ambiente natural, ou seja, procura preservar a natureza.

                     Além do mais a economia solidária é uma alternativa geradora de trabalho e renda, é uma geradora de inclusão social. É uma diversidade de praticas econômicas e sociais organizadas em cooperativa, associações, clube de trocas, rede de cooperação.

                  Atuam na produção de alimentos, bens e serviços. Tem a solidariedade como fundamento que se apresenta na justa distribuição dos resultados alcançados. Levando a melhoria de vida dos participantes e dando oportunidade para o desenvolvimento de capacidades.

                Portanto a economia solidária vai muito além da geração de renda e traz propostas de mudanças nas relações interpessoais e com o meio ambiente. Cooperação, não competição, preservação dos recursos naturais, não exploração dos trabalhadores, igualdade  e responsabilidade com a comunidade.

                A economia solidária surgiu como movimento social na Inglaterra, durante o século 19, como forma de resistência - por parte da população socialmente excluída - ao crescimento desenfreado do capitalismo industrial. No Brasil, o movimento só ganhou força no final do século passado, mas tem crescido consideravelmente nos últimos anos e já faz do país uma referência internacional no assunto
.

              O movimento de economia solidária tem a intenção de realizar uma transformação social, questionando a forma como a economia está organizada e propondo outra maneira de promover o desenvolvimento, com menos concentração de renda e melhor distribuição da riqueza. E a motivação para se criar essas organizações solidárias realmente surge como uma estratégia de sobrevivência por parte dos trabalhadores.
                                                                     Maria Ronety Canibal

4º ENCONTRO DE FORMAÇÃO LITURGICA

                                                 Ministérios e serviços na Liturgia



          Como já vimos para que a assembléia seja eficaz é preciso que seja organizada, preparada com antecedência, cada um assumindo a sua função, dentro dos diferentes ministérios e serviços. Assim:
Acolhida – para que haja um verdadeiro encontro entre irmãos, é preciso criar um clima fraterno e familiar entre os participantes por meio de uma acolhida alegre e calorosa por parte daqueles que recebem os irmãos na porta do Templo. O que acolhe faz a vez do dono da casa, recebendo seus convidados em nome de Jesus Cristo, que conhece cada um pelo nome.
Presidente – ele representa o Cristo, cabeça de sua Igreja.  Como cabeça não pode estar desligado do “ corpo”, ele não celebra sozinho, mas celebra com o povo, sabendo-se parte dele. Por isso por sua voz, seus gestos, sua atenção as pessoas, por sua oração ao Pai, e pela Palavra deve levar a construção do Reino de Deus
Comentarista – tem a função de manter a assembléia atenta e participante. Ele estabelece a ligação entre a assembléia e o presidente da celebração. Deve ser discreto, porém animado e convidativo. O seu comentário deve se assemelhar a um diálogo, onde deve falar olhando para o povo, e não se fixando no folheto. Sua fala deve ser breve.
Leitor(a) – Jesus está presente pela sua Palavra, pois é o próprio Jesus que fala quando se lê a Sagrada Escritura na Igreja. Proclamar a Palavra é um gesto sacramental, por isso o leitor(a) deve colocar-se a serviço de Jesus, que através de sua leitura, de sua voz, de sua postura e de sua comunicação quer falar ao povo reunido. Para isso o leitor(a) deve ter um mínimo de preparo bíblico e de leitura em publico.
O lugar para o leitor(a) proclamar a Palavra de Deus, é a mesa da Palavra ou Ambão. Deve ser um lugar tão importante quanto o altar, pois Cristo se faz presente também na Palavra, como na Eucaristia. A leitura deve ser proclamada da Bíblia ou Lecionário.
Salmista – o salmo responsorial é parte da liturgia da Palavra, sua finalidade é responder com a Palavra de Deus a própria Palavra de Deus.O lugar do salmista é mesa da Palavra, no mesmo local onde se lêem as leituras e proclama o Evangelho. O salmo deve ser cantado por alguém que ajude a assembléia a rezar, pois alguém que cante com a boca e creia com o coração e seja comprovado pelas obras.
Canto – deve ser executado por um grupo com objetivo de fazer todos os presentes à assembléia cantarem juntos. O canto ajuda a rezar melhor. Por isso os cantos escolhidos devem corresponder ao tempo litúrgico e serem adequados ao momento da celebração. Devem ser fáceis, ligados a comunidade, alegres e bem contados. Os instrumentos são sempre um apoio para o canto. É fundamental o ensaio do grupo.
Acólito –é aquele que serve o altar, ajuda na distribuição da eucaristia. O ministro da  Comunhão é quem ajuda na distribuição da Eucaristia e a leva aos doentes; ele pode fazer as vezes de acólito.
Ambiente –  é a preparação do ambiente para celebração , cuidando de deixar tudo limpo, arrumado e decorado para tornar o ambiente acolhedor.


Uma equipe é como uma banda, cada instrumento é importante para o conjunto, mas nenhum instrumento deve tocar separado e querer se sobressair. Fazemos parte de um corpo onde cada um tem uma função, não importa qual seja, o que importa é que todos cumpram os seus compromissos e dêem o melhor de si. Todos temos um só objetivo servir a Jesus Cristo.

3º ENCONTRO DE FORMAÇÃO LITURGICA

Quem celebra?
          As ações litúrgicas  não são obras de alguns privilegiados, mas de toda a Igreja. Todos os seus membros estão e devem estar comprometidos, implicados na ação litúrgica. A assembléia litúrgica é a mais expressiva manifestação da Igreja. Não liturgia cristã sem assembléia, pois ela é o primeiro sinal da ação litúrgica.  A Igreja é um corpo e onde Cristo é a cabeça, assim a assembléia é a manifestação do corpo da Igreja, não participar da assembléia é diminuir o corpo de Cristo.
           A origem da assembléia está no Antigo Testamento, em Ex 19, 1-24.- a grande reunião do povo liberto por Moises e adotado por Deus, ao pé do Monte Sinai.  A assembléia cristã  é composta de 4 elementos, vejamos:
- Deus convoca seu povo hoje, como convocou outrora.
- Leitura e recepção da lei, tendo Moises recebido a revelação da Lei de Deus – 10 mandamentos – Ex 20.
- o povo adere a essa Aliança, quando aceita praticar a Lei de Deus. Ex 24, 3-7.
- a Aliança é selada por um sacrifício, do qual o sangue lançado sobre o povo é o sacramento. “ Isto é o sangue da Aliança que o Senhor concluiu convosco por meio de todas estas cláusulas.” Ex 24, 8.

                 Jesus funda uma Nova Aliança numa nova Assembléia, após a glorificação de Jesus, se realiza, no dia de Pentecostes, a Assembléia que dá inicio ao novo povo de Deus. Desta assembléia nasceu a Igreja – Sacramento de Cristo – e a participação dos cristãos na Assembléia é o momento forte de constituírem e sentirem-se Igreja.  At 2, 42-47; 4, 32-35; 5, 12-16.




2 – Características da assembléia:
                  A assembléia litúrgica tem características próprias que difere de todo outro tipo de assembléia, vejamos quais são:
- crente – (apostólica) a fé em Jesus Cristo é a condição para sermos membros da Igreja, e é pela fé que vamos à assembléia, que é a reunião dos que são Igreja. Ir a uma assembléia sem fé é sinal de confusão religiosa. Sentir Cristo em cada irmão , que reza e canta junto, é sinal da presença de Cristo.
- aberta – (católica) é uma assembléia que não faz distinção de sexo, raça, cultura, posição social, mas um grupo de pessoas que partilham a mesma fé a mesma fraternidade. A assembléia deve ser aberta como sinal da universalidade do Pai, do desígnio salvífico para todos, da solidariedade ilimitada que vem da liberdade de vontade. Nos reunimos em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, por isso é uma assembléia do povo de Deus.
- reconciliada – (una)  a assembléia litúrgica acontece para reuni, unir e juntar o povo de Deus. Não é só para os puros, mas para o povo pecador que busca a santidade. E uma assembléia litúrgica e profética, que denuncia falsas unidades, mas que anuncia a unidade vindoura.
- ativa – (santa) a assembléia é o lugar onde surgem e se desenvolve carismas. A fidelidade ao Espírito Santo, que é a força de Deus, presente e atuante na assembléia, produz a unidade que conduz a santidade. São Paulo afirma que há uma diversidade de carismas que se completam na edificação da comunidade. E para tudo acontecer dentro da celebração, é que se conjugam vários serviços e ministérios com a função de edificar a assembléia.



2º Encontro de Formação Litúrgica

                                    O que é celebrar?
           Celebrar é o mesmo que comemorar, encontrar-se, lembrar com especial atenção pessoas, fatos e   realidades importantes da vida. Exprime e revela sentimentos e a adesão das pessoas ao acontecimento.  Celebrar é uma exigência da vida. A pessoa se desenvolve no equilíbrio entre trabalhar e celebrar.
            No sentido teológico, a celebração é uma atualização da Historia da Salvação. A vida divina não é só   recordada, ela se faz presente, comunica-se e é eficaz. Seu conjunto de ritos não é  imitação mágica do oficio divino, mas verdadeira Palavra divina que se torna atual e se faz sacramento.  Assim
Antecipamos num rito a plena posse do Reino de Deus e expressamos o Mistério da Igreja.
              Na liturgia a celebração é a manifestação visível da salvação da Igreja. Celebra-se na presença de Cristo, a vida ligada profundamente no Mistério Pascal do Senhor. Por isso a celebração é o momento culminante da vida, bem como, o momento fonte da mística cristã, a fonte permanente de água pura, que nos da força na caminhada.
               A celebração pressupõe uma atividade programada para formar comunidade e para evangelizar. Deus fala a comunidade através da proclamação da palavra e a ação de sua presença. A celebração  expressa:
       - ritos introdutório e despedida: são ações para formar a comunidade cristã, e expressam a Igreja como     convocação e missão.
       - liturgia da Palavra: ritualiza as ações de evangelização profética.
       - liturgia sacramental: exprime todo o Mistério da Igreja como sacramento de Cristo.
             A celebração realiza-se em torno de quatro pólos, momentos sucessivos e componentes da ação ritual:
       - convocação e reunião dos fieis em torno do Ressuscitado (assembléia).
       - dialogo salvífico centrado na proclamação da Palavra de Deus e na resposta da assembléia.  
 - sinais com que a Aliança se renova e sela, tornando presentes os momentos cruciais da historia da
          salvação para nós.
 - dimensão do testemunho, missão e serviço que tem a dissolução da assembléia.
             A celebração acontece através de sinais, gestos e símbolos que expressam a fé da Igreja, pois vivemos    aquilo que cremos e celebramos.  Assim ela se desenrola em três dimensões: a ritual, a do mistério e a existencial.
Rito é um conjunto de gestos e ações simbólicas. Repete-se muitas vezes ao longo da vida.O Rito ajuda as pessoas e as comunidades a compreenderem e aprofundarem o sentido da vida dentro de suas reais circunstâncias como pessoas humanas. O Rito tem normas, isto é, deve ser feito sempre do mesmo jeito, senão não é rito. Portanto a ação litúrgica é uma ação ritual. Para que uma celebração seja, de fato, uma ação ritual viva e participativa, precisa-se observar:
- ritmo – na liturgia existe: ritos maiores e ritos menores.
- duração – bom senso na duração de cada parte da celebração.
- contrastes – fala/silencio, de pé/sentados, conto e oração, voz alta/voz baixa.
- unidade – a ação ritual agrada quando a assembléia percebe que uma coisa puxa outra, sem interrupções.
- celebrar com estilo – o rito precisa ser integrado no estilo, no jeito pessoal e comunitário de celebrar e de viver a relação com Deus e com os irmãos. É fazer a ação simbólica com espírito.
             A liturgia como serviço e ação celebrativa deveria ser preparada com gosto e executada com calma, harmonia e expressividade. Deveria favorecer o encontro entre pessoas, de irmão numa relação entre Deus e as pessoas reunidas em assembléia, fazer a ligação entre fé e vida e o mistério de Jesus Cristo celebrado , ser a comunicação e a participação no mistério celebrado que leva a missão, ou seja a vivencia no dia a dia da realidade celebrada.
                                     


                                 

FORMAÇÃO LITURGICA

                                                    1º Encontro


1-     O que é Liturgia?
        A palavra liturgia é de origem grego e significa serviço para o povo. No sentido religioso a palavra liturgia refere-se ao culto de reconhecimento e agradecimento prestado a Deus. Portanto liturgia é uma ação, um fazer ( “Fazei isto em memória de mim.”). é uma ação comunitária que envolve ritos, ritmos, palavras e gestos, orações e canto, símbolos e expressões corporais que revelam a fé das pessoas presentes e torna presente o mistério celebrado.

          A liturgia é ação de Deus e de seu povo convocado pela Palavra e reunido em nome de Jesus Cristo sob a ação do Espírito Santo. É uma ação comunitária que reúne pessoas animadas pela mesma fé. O primeiro elemento da liturgia é formar a assembléia, tomar parte na assembléia, que significa assumir a comunidade como sacramento do Senhor.

        A liturgia é o momento culminante da vida cristã, pelo qual, como irmãos unidos na mesma  fé nos encontramos com Deus e lhe rendemos graças por todas as suas maravilhas. Também é fonte onde buscamos o alimento e a força que nos renova.

         A celebração litúrgica deve ser a prioridade em nossas comunidades. O empenho e a organização devem buscar o aperfeiçoamento, com uma preparação esmerada e antecipada das celebrações.

2-     O que celebramos na liturgia?
       Celebramos o mistério de nossa fé, que é o mistério da morte e ressurreição de Jesus – o mistério pascal. “Façam isto em memória de mim.” Em seguida o ministro anuncia o que temos de mais sagrado: “Eis o mistério da fé.”  A nossa fé esta alicerçada na resposta que damos “Anunciamos Senhor a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde Senhor Jesus!” Celebramos por causa de nossa fé, e a  na nossa fé reside  a nossa identidade cristã, nossa missão.

        Mas a celebração não é apenas uma recordação, uma lembrança, mas uma participação de fato no rito celebrado. Pela ação ritual acontece para nós, a Páscoa de Jesus, no contexto da nova aliança. ”Todas as vezes que comeis deste pão e bebeis deste cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.” Portanto é uma atualização. O passado é trazido para o presente, hoje na celebração litúrgica. A memória abrange passado, presente e futuro..

         O memorial só tem sentido no contexto da aliança com o Senhor. Por amor, gratuidade, compaixão que Jesus nos propõe a aliança. Portanto todas as celebrações comemoram, tornam presente e nos faz participar da vida, morte, ressurreição e vitória de Jesus Cristo, sinal Maximo do amor de Deus para com seu povo pela ação do Espírito Santo.

         A liturgia nos convida a levar a sério o mistério A liturgia é o momento culminante da vida cristã, pelo qual, como irmãos unidos na mesma  fé nos encontramos com Deus e lhe rendemos graças por todas as suas maravilhas. Também é fonte onde buscamos o alimento e a força que nos renova, E de sermos conduzidos continuamente por Deus. Respeitar o altar, o lugar sagrado, onde se celebra é fundamental. Cuidar para não vir com roupas inadequadas e manter atitude de respeito e silencio. Agir  sempre com discrição.

Ler:  Hb 10, 1-25.
        Eclo 35, 1-10.
                     

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

JOVENS DA COMUNIDADE





JESUS CRISTO E SUA MISSÃO

Jesus Cristo, Deus que se fez homem, nasceu em Belém, em uma manjedoura. Filho de Deus, gerado em Maria pela ação do Espírito Santo, tendo como pai adotivo José. Jesus cresceu em Nazaré, sua família era pobre, sua mãe cuidava dos afazeres domésticos e seu pai era carpinteiro. E ali ora ajudando sua mãe, ora ajudando seu pai, ele cresceu também em graça., que se revela em sua sabedoria. Era uma criança como as outras, embora tivesse consciência que tinha uma missão a cumprir. Jesus cresceu no meio do povo, conhecia os sofrimentos e as angustias deste povo, que era marginalizado e segundo a lei estavam distantes de Deus.

Jesus Cristo veio ao mundo para nos trazer a salvação, nos libertar do pecado, nos abrir os caminhos que levam a Deus. Trouxe um novo jeito de ser onde prevalece o amor, a bondade, a solidariedade, a sinceridade, a partilha, a doação, a humildade e a alegria de ser cristão. Onde o relacionamento humano esta baseado no perdão, na justiça e na paz. Jesus Cristo veio mostrar o Reino de Deus.

A missão de Jesus foi a de anunciar a todos o Reino de Deus.  Para fazer parte deste Reino basta seguir Jesus. Ter uma mudança de atitudes, uma mudança radical de vida, ou seja, uma conversão. Jesus veio para libertar os pobres e oprimidos, onde todos têm voz e vez, onde os valores estão pautados na pratica do amor, que conduz a fraternidade. Para fazer parte deste Reino é preciso acolher a Palavra de Jesus, ser seu seguidor. O reino de Deus acontece já aqui na terra, a partir do momento de nossa conversão.

Jesus é o enviado do Pai, veio para fazer a vontade de Deus, ele veio a serviço. Aos 30 anos inicia a realização de sua tarefa, retirou-se para o deserto por um longo período, para orar, se fortalecer para então poder vir e ensinar a todos as coisas de Deus. Inicia convidando  pessoas, os apóstolos , para  formarem um grupo, uma comunidade. Jesus ensinava o povo fazendo longos discursos, falava de maneira simples para que todos pudessem entender. Falava parábolas. Realizou milagres e curas sempre com objetivo de indicar sua divindade e mostrar a chegada do Reino de Deus. Sempre ressaltou a fé como  principio. O seu primeiro milagre foi transformar a água em vinho no casamento em Cana.

Jesus vem ensinar o perdão. Ele perdoa os nossos pecados, mas com a condição que também perdoemos as ofensas recebidas. A oração do Pai-Nosso, a oração ensinada por Jesus, diz: “ ...perdoai as nossas ofensas assim como perdoamos a quem nos tem ofendido.....” A única coisa que pode impedir a nossa entrada no Reino de Deus é uma atitude de rejeição a causa de Deus. Abandonar o pecado é condição para entrar no Reino.

As atividades de Jesus e sua pregação de justiça e paz, de igualdade para todos, foram criando um ambiente desfavorável em relação às autoridades da época. As autoridades religiosas (judeus) e as autoridades políticas (romanos) começaram a olhar Jesus com alguém que quer perturbar. Jesus  dizia ser o Messias, o enviado de Deus, e questionava a Lei em vigor que era muito dura para com os pobres. O povo judeu a muito esperava pelo Messias que foi sendo anunciado pelos profetas ao longo do tempo. Mas para os judeus o Messias  seria um libertador que viria restaurar a realeza em Israel. Seria um Rei, e não  uma pessoa simples e pobre.

Jesus considerado mentiroso pelos judeus, que blasfemava contra Deus (dizendo-se Deus) e um agitador pelos romanos, foi preso. Condenado, crucificado e morto.  A sua morte foi conseqüência de sua missão. Foi fiel até o fim. Morreu por amor a cada um de nós, para nos trazer a salvação. Pois RESSUSCITOU, provou que era Deus. A sua ressurreição é sinal da nova e definitiva chance que Deus dá aos homens, mas é preciso comprometer-se com Jesus Cristo. A ressurreição é o fundamento de nossa fé, é acreditar na vida eterna, pois Jesus nos abriu assim a porta do céu. Ler 1 Corintios 15,12-19.
                                                           Maria Ronety Canibal


domingo, 5 de fevereiro de 2012

SER DISCIPULO MISSIONÁRIO DE JESUS CRISTO

                       
         Jesus chama  seus discipulos, eles aprendem com o  Mestre. convida: Vinde e vede! E os convidados ficam entusiasmados com o que viram, ouviram e experimentaram. Esta intensa experiência faz que saiam a contar aos outros o que viveram. E  procuram encaminhar outras pessoas até o Senhor, para que também possam ter a alegria de conhecê-lo, sentirem-se amadas e descobrirem a Verdade do Reino de Deus.
 O discipulo:
         O discipulo nasce do encontro com o Mestre. A experiência do encontro com Jesus provoca uma conversão pessoal , desperta no coração um novo ardor missionario, que impele a  ir anunciar a sua Palavra.
        Essa vida nova em Jesus se manifesta em todas as dimensões da vida humana, ou seja: pessoal, familiar, social  e cultural.  Portanto, é uma adesão integral a Cristo Jesus e ao Projeto do Reino de Deus.
        Por que o discipulo  é quem adere com todo o seu ser, em todo o seu viver a Jesus Cristo. É como São Paulo questiona: Quem nos separará do amor de Cristo?
(Rm 8, 35)

 O discipulo missionário:
        O discipulo, pela intensidade da experiência feita com Cristo e pela consequente adesão a Ele, transforma-se em seu missionário que vai em busca de outros para conduzir a Ele.(Dom Claudio Hummes)
      Isso é ser missionario, e esta é a missao da Igreja, e de todo o seguidor de Jesus. Ir em busca das pessoas, das comunidades. Para que Cristo os transforme e alcançem a salvação.
      O verdadeiro discipulo torna-se missionário permanente e ardoroso.
 A missão do discípulo missionário:
        A missão do discipulo missionário de Jesus Cristo  é levar Jesus Cristo a todos. A realidade de hoje mostra que há necessidade de evangelização em todas as camadas sociais e todos os ambientes que compõe a sociedade.
      A missão nas periferias pobres apresenta-se como prioridade especial. E ali será necessário conjugar evangelização com solidariedade e resgate da dignidade humana, promoção humana e  inclusão social.
     Saber escutar e orientar o povo simples, mostrando  que Jesus os ama e quer permanecer junto deles.
      Ir até os jovens, pois os jovens de hoje estão famintos de encontros pessoais, que alimentem sua subjetividade e sua busca de felicidade. Jesus Cristo os quer para este encontro, mas espera que os conduzamos a Ele. (D. Claudio hummes)
      A internet o novo meio de comunicação entre os jovens pode ser um instrumento eficaz de evangelização. O Santo Padre assinalou que " se criou uma nova forma de aprender e de pensar, bem como novas oportunidades para estabelecer relações e criar laços de comunhão". Isto não só se refere ao canal internet, mas a uma nova "era digital", sinal de uma nova cultura em que já entramos. (Zenit. 1-2-2011)
        Estar na internet com o espirito cristão, implica em dar informação, formação, e disponibilizar recursos que vão permitir religar as pessoas, despertando para a pessoa de Cristo e a participação na comunidade.
 O discipulo vive em comunhão:
     O discipulo não pode viver isolado, assim como os primeiros cristãos, vive em comunidade.
         Para seu crescimento  é vital uma formação permanente e a vida sacramental na comunidade.  A oração pessoal e comunitária é forte alimento para o discipulo.
        Como discípulo missionário, o cristão testemunha, anuncia e propaga o Reino de Deus na história humana, para que a boa nova da salvação penetre e transforme a vida das pessoas e dos grupos que a acolhem na fé. Toda a existência do cristão deve ser animada, orientada e fortalecida pela ação do Espírito Santo.
        Ou somos missionários, ou não somos discípulos de Jesus Cristo!
                                                                   Maria Ronety Canibal

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

UM NOVO JEITO

           A pessoa de fé é aquela que aceita a Revelação divina , que acolhe Jesus como sendo o Filho de Deus e procura responder de maneira positiva a sua presença em sua vida. Então ela é constantemente movida a ir ao encontro de Jesus.
         A busca de uma proximidade mais intensa com Jesus provoca na pessoa um novo sentido de vida, ela adquire um novo modo de ser a agir, de relacionar-se e de ver as outras pessoas.
           Acontece a conversão pessoal.
          Mas para isso é preciso um encontro com o Mestre. Um encontro que provoque transformação  interior. Que mexa e remexa o nosso intimo. Que desperte uma paixão por de Jesus, e crie vínculos a sua pessoa, para que Jesus participe de sua vida  e que fiquem profundamente unidos. É preciso compartilhar a vida com Jesus, assim como dois apaixonados.
         Para que seja assim é necessário um convívio constante com o Mestre,  estabelecer um grau de intimidade com Jesus, intimidade daquele que confia no Senhor.  
         Precisamos proporcionar  o encontro com Jesus a todos os integrantes da comunidade. Cada um deve buscar a sua experiência pessoal com Jesus.
        Dar  oportunidades  principalmente aos que estão iniciando a sua caminhada de fé, não    só na catequese, mas  também na preparação ao Batismos, ao Matrimônio.
       Precisamos conscientizar a comunidade de que ela é participante na evangelização.  Quando um grupo está em processo de catequese, toda a comunidade tem  compromisso e responsabilidade de ajudar na caminhada. Deve ser testemunha de fé, acolhida, participação, comunhão e partilha. 
       É preciso que todos venham a conhecer, ter intimidade, envolvimento, compromisso e proximidade com Cristo.
          Então tendo como modelo  o Mestre e comprometido com seu projeto do Reino , com  entusiasmo:
  -  ir ao encontro das pessoas.
 -  envolver e sempre convidar as pessoas.
 - formar e investir em pequenos grupos de família.
 - ser presença  constante na comunidade
 - ter um olhar atento à realidade que está em constante transformação.
       Portanto tudo acontece em decorrência de um novo jeito de anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo.
                                               Maria Ronety Canibal                              

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

CONFRATERNIZAÇÃO DA COMUNIDADE




PROJETO CORAÇÃO SOLIDÁRIO -


 
                    Mostra da oficina de trabalhos manuais

APRENDER COM JESUS!

APRENDER COM JESUS


      Jesus perguntou a Pedro: E vós quem dizes que sou? (Mt 16, 15-16)  A resposta de Pedro foi clara e objetiva: Tu és o Messias, o Cristo, o Filho de Deus vivo.
    São Marcos   começa o seu evangelho fazendo uma afirmação. Mc1,1: Inicio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.
    São João  apresenta  Jesus como A Palavra que se fez carne e veio habitar entre nós. Jo1, 14.
      Jesus Cristo, o Filho amado de Deus, a segunda Pessoa da Trindade Santa, se fez homem para nos trazer a salvação. Veio para nos libertar do pecado, nos abrir os caminhos que levam à plenitude de Deus.
      Trouxe um novo jeito de ser e viver, onde prevalece o amor, a  simplicidade, a bondade, a solidariedade, a sinceridade, a partilha, a doação, a humildade e a alegria de ser cristão.
      Ensinou que o relacionamento humano esta baseado no perdão, na justiça e na paz. Jesus Cristo veio trazer o Reino de Deus.
      Ao iniciar sua vida publica, formou um grupo, escolheu seus discípulos. Podemos imaginar o olhar cativante de Jesus quando encontrou cada um dos discípulos e fez o convite, o amor e a confiança que emanavam de sua pessoa. Pois eles prontamente deixaram suas ocupações para seguir Jesus.
      Os discípulos foram aprendendo com a pratica de Jesus, suas curas, milagres e ouviram seus discursos e perceberam a coerência que havia entre o falar e o agir do Mestre.  Porque diferente dos doutores da lei, o ensino de Jesus não vem da necessidade de ensinar verdades ou condenar erros, mas da contemplação compassiva do rosto de um povo cansado e abatido que o procura como última esperança. Ele olhava o povo sentia que eram como ovelhas sem pastor. E lhes falava de um novo Reino e ensinava as coisa s de Deus..
      .Desde a nossa infância recebemos informações sobre a pessoa de Jesus Cristo.  Conhecemos Jesus com uma visão infantil. E quantos permanecem com essa mesma idéia de Jesus. Mas  é necessário ter um conhecimento maduro sobre a sua pessoa.
       Aqui  devemos parar e pensar sobre a catequese, que de certa forma continua  sem  conduzir ao amadurecimento da fé,  sem despertar  para um conhecimento  profundo, para  um relação pessoal com a pessoa do Mestre Divino.
       Aparecida alerta para esse  sentido: “ A iniciação cristã é um desafio que devemos encarar com decisão, com coragem e criatividade, visto que em muitas partes a iniciação cristã tem sido pobre e fragmentada. Ou educamos para fé, colocando as pessoas realmente em contado com Jesus Cristo e convidando-as para o seguimento, ou não cumpriremos nossa missão evangelizadora.” DAp 287
        A  nossa fé aponta para Cristo que está no centro da vida cristã. A religião católica está no plano de relação com uma pessoa: Jesus Cristo, que está vivo e se comunica conosco.
       O que precisamos de fato, é conhecer a pessoa de Jesus Cristo, porque é Ele que iremos anunciar, sua obra.  O centro de nossa pregação é Jesus, ele é o Reino realizado.
        O cristianismo não é apenas uma doutrina, mas uma pessoa: Jesus Cristo!
        Ele é o fundamento do anúncio, Cristo é o caminho, a verdade e a vida.
        Deixar-se envolver, ter um relacionamento pessoal e vivenciai com Cristo Jesus, como Mestre.
        Aprender com Jesus!
        Porque conhecer a Jesus Cristo pela fé é nossa alegria; segui-lo é uma graça, e transmitir este tesouro aos demais é uma tarefa que o Senhor nos confiou ao nos chamar e escolher. (DAp 18)
                                                              Maria Ronety Canibal