Viver a fé em meio ao turbilhão do mundo atual é um desafio. Encaminhar pessoas para o seguimento de Jesus é uma tarefa que requer profunda espiritualidade. Por isso o(a) catequista deve ter uma bagagem de conhecimento e experiência de Jesus Cristo.
A espiritualidade é uma das dimensões do ser humano, desenvolvê-la é crescer como pessoa. Pois é um estilo de vida animado pelo Espírito Santo. É o relacionamento pessoal com Jesus Cristo.
Cultivar a espiritualidade é ter relação, é deixar-se envolver por este mistério, não é apenas saber, mas acolher o Espírito de Deus, é ouvir, ver, ser conduzido, enfim é deixar-se levar pela vontade de Deus.
O que é fundamental na espiritualidade com Deus, é carregar dentro de si uma experiência, é ir ampliando, ir progredindo para um modo de ser, para um projeto de vida. Esta experiência sempre parte de Deus, e pede escuta e resposta.
Muitas vezes se pensa que espiritualidade é apenas oração, mas é muito mais, é um modo se ser e viver. Por isso é fundamental que o (a )catequista busque o exemplo em Maria, que era cheia de Deus, acolheu a sua vontade e como resposta, entregou sua vida para a realização do Reino.
A Igreja Católica é repleta de bons exemplos. Conhecer a vida dos santos e santas que foram pessoas que souberam colocar Deus como soberano em suas vidas, é uma significativa ajuda no caminho da espiritualidade.
O contexto atual auxília a fazer a experiência de Deus. É preciso estar atento aos lugares que Jesus disse que estaria presente. Saber que missão é colocar a vida a serviço de Deus, é o modo de ser e estar todo envolvido no projeto de Jesus, é comunicar um Deus solidário e bondoso, em um mundo em conflito. O Deus da cruz é o Deus da solidariedade, que se entrega e que intervem na historia da humanidade.
O cultivo da espiritualidade passa pelo encontro com Jesus, pela experiência pessoal com Deus, que transforma e fortalece a caminhada, e leva a busca da santidade através da participação comunitária, mais consciente, com gratuidade e solidariedade.
Ser catequista é um ato de fé e amor.
Maria Ronety Canibal
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