Caros diocesanos. Estamos no Ano da Fé e vivemos uma oportunidade de renová -la em nossa vida, pois ela propõe um caminho que dura a vida inteira: foi iniciado no batismo e somente é concluído com a passagem através da morte para a vida eterna. Como afirma Bento XVI: “A porta da fé, que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós” (PF 1). O papa alerta os cristãos para a crise da fé na atualidade, sendo que ela não pode ser mais pressuposta e por vezes a preocupação com as suas conseqüências sociais, culturais e políticas é maior do que com a própria fé. O Ano da Fé é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo. No mistério da Páscoa Deus revelou plenamente o Amor que salva e chama a pessoa humana à conversão de vida por meio da remissão dos pecados (cf. At 5, 31). Para o apóstolo Paulo, este amor introduz a pessoa humana numa vida nova (PF 6). A fé implica um testemunho e um compromisso social. O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado. A fé, precisamente porque é um ato da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita: A ‘fé, que atua pelo amor’ (Gl 5, 6) (PF 10). Através da fé, muitos cristãos tornaram-se promotores de uma ação em prol da justiça, para tornar palpável a palavra do Senhor, que veio anunciar a libertação da opressão e um ano de graça para todos (cf. Lc 4, 18-19) (PF13).
Em tempos de Mudança de Época, desfavoráveis para a vivência da verdadeira fé, sobretudo pela influência do secularismo, alguns elementos são irrenunciáveis em nossa missão evangelizadora, segundo o Pe Leomar Brustolin:
1. Partir da fé em Jesus Cristo: É tempo de voltar às fontes;
2. A fé cristã não é mais um pressuposto óbvio, nem mesmo para os batizados;
3. A crise é complexa: Reavivar uma fé que corre o risco de se obscurecer nos contextos culturais diferentes;
4. Não ceder ao pessimismo: Globalização, secularização, velhas e novas pobrezas são desafios a enfrentar como oportunidade de evangelização;
5. O Concílio Vaticano II é a bússola da evangelização neste século XXI; É preciso acolher esse evento com renovado olhar sobre a atualidade: não dá mais para responder aos novos desafios com velhas respostas;
6. Sinais dos Tempos: Os eventos históricos não são ocasiões apenas para lamentações ou sucessos, mas devem ser entendidos como oportunidades dadas por Deus para o ser humano interpelar sua imaginação, sua razão e sua fé;
7. É necessária uma conversão pessoal e pastoral: A missão de evangelizar o mundo inicia com um apelo à conversão para a Igreja, começando por si mesma;
8. Buscar uma Nova Evangelização: Capacidade da Igreja em viver de modo renovado a própria experiência comunitária de fé e de anúncio num contexto de novas situações culturais que despontaram nestes últimos decênios;
9. Crer tem conseqüências públicas e sociais: A fé exige a responsabilidade social daquilo que se acredita;
10. É indispensável a atenção ao marginalizado e ao excluído como expressão da caridade suscitada pela fé: A Igreja sente o dever de estar ao lado dos homens e das mulheres deste tempo para tornar presente o Senhor na sua vida.
Caros diocesanos. Que o Ano da Fé seja momento propício para renovar e aprofundar a nossa Fé: “Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!”
Em tempos de Mudança de Época, desfavoráveis para a vivência da verdadeira fé, sobretudo pela influência do secularismo, alguns elementos são irrenunciáveis em nossa missão evangelizadora, segundo o Pe Leomar Brustolin:
1. Partir da fé em Jesus Cristo: É tempo de voltar às fontes;
2. A fé cristã não é mais um pressuposto óbvio, nem mesmo para os batizados;
3. A crise é complexa: Reavivar uma fé que corre o risco de se obscurecer nos contextos culturais diferentes;
4. Não ceder ao pessimismo: Globalização, secularização, velhas e novas pobrezas são desafios a enfrentar como oportunidade de evangelização;
5. O Concílio Vaticano II é a bússola da evangelização neste século XXI; É preciso acolher esse evento com renovado olhar sobre a atualidade: não dá mais para responder aos novos desafios com velhas respostas;
6. Sinais dos Tempos: Os eventos históricos não são ocasiões apenas para lamentações ou sucessos, mas devem ser entendidos como oportunidades dadas por Deus para o ser humano interpelar sua imaginação, sua razão e sua fé;
7. É necessária uma conversão pessoal e pastoral: A missão de evangelizar o mundo inicia com um apelo à conversão para a Igreja, começando por si mesma;
8. Buscar uma Nova Evangelização: Capacidade da Igreja em viver de modo renovado a própria experiência comunitária de fé e de anúncio num contexto de novas situações culturais que despontaram nestes últimos decênios;
9. Crer tem conseqüências públicas e sociais: A fé exige a responsabilidade social daquilo que se acredita;
10. É indispensável a atenção ao marginalizado e ao excluído como expressão da caridade suscitada pela fé: A Igreja sente o dever de estar ao lado dos homens e das mulheres deste tempo para tornar presente o Senhor na sua vida.
Caros diocesanos. Que o Ano da Fé seja momento propício para renovar e aprofundar a nossa Fé: “Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!”
Dom Aloísio A. Dilli - Bispo de Uruguaiana
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