Caros Diocesanos. Estamos para viver mais uma vez a Semana Santa, em que celebramos os acontecimentos centrais da História de nossa Salvação. Ela inicia com o “Domingo de Ramos da Paixão do Senhor” e termina no Domingo da Ressurreição. A Semana Santa, em que celebramos o mistério da morte e ressurreição de Jesus Cristo, como uma unidade, inicia com o domingo que antecede à Páscoa. Esse dia já não recebe só a expressão “Domingo de Ramos”, mas a ele se une a Paixão, conforme é tradição da liturgia de Roma. A reforma litúrgica do Vaticano II o chama: “Domingo de Ramos da Paixão do Senhor”. Os ramos têm caráter simbólico, como sinais de vida, de esperança e de vitória. São sinais da nossa participação na caminhada de Jesus para a Páscoa. Eles simbolizam compromisso, apoio, adesão... O importante não são os ramos em si, mas o seu significado de ir com o Senhor e a comunidade para a Páscoa. A piedade popular lhes atribuiu um efeito um tanto mágico ou curativo, que ainda hoje se faz presente (ramo bento). A liturgia do “Domingo de Ramos da Paixão do Senhor” quer dar abertura à semana da paixão, com a entrada messiânica de Jesus Cristo
- 2ª feira: Unção na Betânia (Jo 12, 1-11);
- 3ª feira: Anúncio da traição de Judas, da negação de Pedro, da glorificação (Jo 13, 21-33.36-38);
- 4ª feira: Ceia pascal e identificação do traidor (Mt 26, 14-25).
Antes do início
do Tríduo pascal, na Quinta-feira santa, de manhã, desde tradição antiga, era
celebrada a reconciliação pública dos penitentes, “inscritos e
expulsos” da comunidade, no começo da quaresma (sobre estes penitentes
eram impostas cinzas). Através dos séculos, esta celebração caiu fora,
com a lenta introdução da Confissão particular; permaneceu, contudo, a
“Missa do Crisma”, com a consagração dos santos óleos,
presidida pelo Bispo, rodeado pelo seu presbitério, como sinal de unidade e
comunhão sacerdotal. Nessa mesma celebração realiza-se a renovação das
promessas sacerdotais.
Na véspera de Quinta-feira Santa inicia a celebração do Tríduo pascal, centro de todo Ano Litúrgico. Sobre isso falaremos no programa seguinte.Que a Semana Santa ou Semana Maior de nossa redenção seja ocasião de profundo encontro com Jesus Cristo, morto e ressuscitado, e motivação para nossa missão evangelizadora.
Na véspera de Quinta-feira Santa inicia a celebração do Tríduo pascal, centro de todo Ano Litúrgico. Sobre isso falaremos no programa seguinte.Que a Semana Santa ou Semana Maior de nossa redenção seja ocasião de profundo encontro com Jesus Cristo, morto e ressuscitado, e motivação para nossa missão evangelizadora.
Dom Aloísio A. DilliBispo de Uruguaiana


